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Tom Whalen 18, 11, 2010

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Achei muito foda esses pôsteres criados pelo ilustrador Tom Whalen utilizando o movimento Art Déco, que foi tendência em design nos anos 20.

Via: rebobine blog

Por Larissa Barbosa – O que rolou no Workshop de Design Social 2, 09, 2009

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No último, sábado, (29), foi realizado em Manaus, o Workshop de Design Social, que teve como palestrante André Barreto, MsC Universidade do Minho – Portugal. O blog convidou a estudante de publicidade, Larissa Barbosa para participar da categoria Varal do Leitor e contar para gente o que aconteceu no evento.

Por Larissa Barbosa,

COMO SER RESPONSÁVEL SEM SER CHATO? Com essa frase começou o workshop de Design Social com o palestrante André Barreto, Msc pela Universidade do Minho – Portugal, que no decorrer do sábado fez com que estudantes de design e de publicidade e propaganda de Manaus se interessassem ainda mais sobre essas áreas.
Sua vida gira em torno disso: o social; descobrimos entre várias dinâmicas que somos melhores fazendo as coisas para as outras pessoas, daí fica claro que o altruísmo é um ponto evidente no social; mas o que vem a ser o altruísmo? Pense em Madre Tereza de Calcutá, ela era uma pessoa altruísta, claro que não precisa chegar a esse ponto, basta apenas preocupar-se com o próximo, prezar pelo bem estar dos outros, não ser egoísta e vocês já entenderam.
E o porquê de trabalhar por uma causa social?Porque todo o ser humano em algum momento da sua vida já se indignou com a realidade em que vive. Somando-se a isso a paixão inata que cada um de nós carrega em seu espírito nasce a inevitável necessidade de lutarmos por algo melhor. Não ter preconceitos, ser aberto a tudo e a todos (no ótimo sentido, claro). Você acaba se tornando uma pessoa melhor depois de ter assistido esta palestra.
Alguns pontos bem relevantes que foram debatidos giraram em torno do concept design (idéias que não saíram do papel, seja por serem inviáveis ou mesmo por serem caras) e do eco design (idéias para melhorar o planeta). As dinâmicas foram um espetáculo à parte. Aonde que você vai salvar Manaus de um ataque alienígena?
Sem dúvidas, o Workshop foi algo surpreendente e inesperado. Encontrar um defeito, algo que poderiam ter melhorado? Sinceramente, foi tudo perfeito. Deveria apenas existir mais oportunidades como essa, inesquecível!

Larissa Barbosa
Estudante de publicidade.

Varal do Leitor: ‘Apenas uma indicação’. 19, 06, 2009

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Dessa vez quem estende ideias na categoria Varal do Leitor é a Bruna Cabo Verde. E o melhor luga pra encontra-lá é dentro de uma sala de cinema. Mas, é melhor não interrompe-lá. Rsrsr…

Dois dias de atraso depois, resolvi começar a escrever.
É difícil indicar as coisas, porque consiste em você tentar exemplificar da melhor forma para a outra pessoa tentar entender o que você quer dizer, explicar, etc. Viu? Até mesmo isso já foi meio traiçoeiro. Mas como a vida é feita de tentativas e eu adorei o convite para escrever aqui, vamos falar um pouco de música, e cinema… e… é, isso.
Acredito que dá um crédito pro cinema brasileiro é super válido e que chegou o momento de notar que toda a cultura cinematográfica está mudando. Minha indicação é para o filme “Apenas o Fim”, projeto do curso de cinema da PUC – Rio.
O roteiro é de Matheus Souza, e essa se tornou sua estréia nesse “mundo”. O filme é curto, dura 80 minutos, mas somente o trailer já te dá uma sensação fantástica. Foi totalmente gravado em HD, e de forma independente. A trilha sonora é diferente, mas tem suas vozes conhecidas, e os atores que estão despontando como revelações jovens no país.
O filme gira em torno de uma garota (Érika Mader) que resolve terminar com o namorado (Gregório Duvivier) para largar tudo e fugir pra um lugar desconhecido. Mas enquanto eles terminam, começam a fazer um balanço sobre o que foi o relacionamento deles. O trailer é cativante, e sem contar que tem participações queridas como a de Marcelo Adnet e Nathália Dill.
Mas agora vem a notícia triste: o filme teve seu lançamento no dia 12/06 no Rio de Janeiro e só foi distribuído para uma sala em Brasília e quatro salas em São Paulo. É triste não ter a chance, ainda, de ver um filme que parece ser tão contagiante. Como dar valor se não é dada a oportunidade para o país inteiro assistir? É um filme pequeno?Sim. Mas é forma de expressão, é cultura. E cadê o apoio para eles?
Fiquei orgulhosa ao ler que o roteiro de Matheus Souza, que tem apenas 20 anos, pode se tornar realidade. Se todos tiverem essa vontade, dá esperanças para mais novos “Matheus” darem vida a projetos bons assim.
Agora é esperar se o Cinemark vai exibir naquela época de cinema nacional que eles fazem… em novembro. Deprimente, mas é a realidade.
Segue o trailer, espero que curtam tanto quanto eu curti.

Assista ao trailler

+ aqui.

p.s.: Meio que não falei sobre música, fica para próxima. Ou não.
Bruna Cabo Verde, 22 anos. Recém-graduada em publicidade e propaganda. Começou a trabalhar na área há um mês e ainda sente preguiça todas as manhãs. Entre heinekens e stellas, curte ir ao cinema e conhecer músicas que ninguém do seu círculo costuma escutar. Viajante, acabou de retornar do 17° Festival Mundial de Publicidade de Gramado e ainda se encontra meio deprimida por ter retornado.

Ser Atendimento não é saber mandar e-mail. 28, 05, 2009

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John Drake, do Campaign Planning, escreveu, recentemente, um texto bem interessante com 9 coisas que todo profissional de atendimento deveria fazer. É uma visão bem interessante. Indispensável para quem atua ou deseja atuar na área. Tomei, portanto, a liberdade de traduzir esses pontos, que você pode ler abaixo:

1. Seja obcecado por coisas novas
A gestão de contas deve melhorar na questão “descobrimento”. Saia e experimente coisas novas, especialmente online. Seja o primeiro. É bem divertido. Não espere que os outros tem contem sobre as coisas. Além disso, se você deseja liderar seus clientes para o novo mundo da mídia (busca, compartilhamento, transparência, inovação), você também deve experimentar coisas novas.

2. Mantenha seu foco no amor aos trabalhos excelentes
Grandes profissionais de atendimento sentem algo diferente quando veem grandes trabalhos. Profissionais medianos não. (Na verdade, se você não sente isso quando vê um grande trabalho, talvez atendimento de contas não seja sua praia.) Nunca se esqueça: a relação entre cliente e agência gira em torno de bons trabalhos que geram resultados para o negócio. Grandes profissionais de atendimento estudam trabalhos criativos do mundo todo e conseguem citar, rapidamente, qual agência fez o que.

3. Movimente-se com rapidez. Seja específico.
E-mails mais curtos. Conversas mais curtas. Apresentações concisas, por favor.

4. Abrace a mudança e a incerteza
A previsibilidade é um luxo do passado. O profissional de atendimento de hoje deve amar a mudança constante. Cada dia deve começar com a empolgação sobre o que pode acontecer e quais novas idéias são necessárias. Além disso, você nunca sabe o que os blogs ou o Twitter estão guardando para suas marcas. Novos tempos, muita empolgação, 24 horas por dia.

5. Pense em sombras de cinza
Antes, os profissionais de marketing tinham que viver com as idéias criativas por um longo tempo. Campanhas completas – TV, impresso e outdoor, geralmente – eram criadas para ser “a campanha desse ano”, o que significa que uma linha mal feita poderia ficar amarrada à uma marca por muito tempo. Por este motivo, agências e clientes tinham que ser muito rigorosos. As respostam eram sempre pretas ou brancas. Com a internet tudo isso mudou: não só podemos alterar as coisas imediatamente e dar vida às idéias em questões de segundos, como o tempo de atenção do consumidor vem diminuindo impressivamente. Não podemos mais ser rigorosos com novas idéias. Elas precisam ser flexíveis e prontas para ajustes feitos pelos próprios consumidores, clientes ou parceiros. As soluções agora não são pretas nem brancas, mas em sombras de cinza.

6. Tenha senso de design
Essa está presente em todas as listas que faço sobre atendimento de contas. Sempre dedique um tempo para fazer com que suas apresentações tenham uma ótima aparência. Isso leva um tempo adicional, mas compensa.
7. Fale mais
Nos negócios de hoje, mais e mais pessoas estão liderando a partir dos seus computadores através da combinação e-mail, mensagens instantâneas e mídias sociais. Resista a isso. Subjetividade precisa de contato humano. Levante-se, saia por aí, converse com pessoas e, por favor, não ignore o telefone.

8. Seja sempre alcançável e não seja tão sério
Consumidores interagem com as marcas 24 horas por dia. Isso significa que os clientes estão sempre trabalhando, e também que grandes profissionais de atendimento também estão sempre trabalhando. Ser alcançável num sábado à noite tem a ver com a habilidade de se divertir mais com colegas e clientes quando eles telefonam ou te chamam em mídias sociais. Aproveite isso. Divirta-se com essas situações. Negócios não podem acabar inteiramente com o senso de humor. Não importa as condições econômicas, sinto que estamos próximos de que isso aconteça.

9. Estude planejamento e consultoria de negócios
A disciplina de planejamento está mais vibrante do que nunca. Além disso, as agências também estão em busca de consultores de negócios para se juntar à equipe. Acho isso fantástico. Porém, a probabilidade de uma agência ter condições financeiras – ou um fluxo de trabalho consistente – para ter um departamento inteiro com consultores disponíveis é muito pequena. Portanto, os executivos de contas devem estudar muito cada uma dessas disciplinas. Para adicionar o máximo possível de valor, pense menos como atendimento e mais como uma mistura entre planner e consultor de negócios.

via: CMKT

Varal do Leitor com Tiago Moralles. 7, 05, 2009

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Leitor antes disto e participante a partir daqui.

Sou Tiago Fidelis Moralles, autor do blog tfmoralles.blogspot.com e atualmente na redação da agência paulista Lew’Lara\TBWA. Cheguei aqui por um convite, e a primeira condição, era que fizesse dele um lugar meu, com indicações do meu interesse.

Bem, aqui vamos nós.

Acho que com o bombardeio de informações que sofremos na atual situação digital, não há o novo, o inédito, ou o diferente, o que há, na verdade, é o menos visto, o menos acessado, ou seja, a fuga do comum.

Não vim aqui indicar um livro a quem não gosta de ler, um filme a quem não quer assistir ou um site a quem cansou de navegar, vim convidá-lo a uma discussão que pode ser gerada em cima desse assunto.

Qual a coisa mais retrô que você fez nos últimos tempos?

Essa foi uma das perguntas que fiz a mim mesmo dia desses. A resposta, com aroma de naftalina, me fez chegar a três perguntas. Será que a fuga do comum está no retroceder? Será que o novo, é fazer uso do velho? Será que o clássico pode me trazer referências? A resposta às três perguntas é um sim elevado a terceira.

Foi o que fiz, não literalmente como Marty McFly, mas viajei no tempo. Recomecei, creio que seja a palavra certa.

Retomei grandes nomes da literatura e o cinema com seus neo-realismos regionais, fui buscar arte antiga e músicas clássicas.

Não sei se esse é o caminho para você, não sei se esse é o caminho certo e sei menos ainda se essa era a dica que você esperava, mas comigo está dando certo, minha cabeça, um pouco cansada da rotina e a mesmice, da referência feita de referência e do clichê feito sobre o clichê, começa agora, a respirar um pouco mais leve.

Cansei momentaneamente do presente e das visões de um futuro incerto. Se é para sermos visionários, idolatremos então o futuro que os antigos imaginavam, aquele que hoje é o nosso presente, e assim, ao alcance, fica muito mais fácil entender.

Quem sabe, recomeçar com “De Volta Para o Futuro” já não seria uma boa dica.

Varal do leitor com Camila Baranda. 22, 04, 2009

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O blog dá início a uma nova categoria o Varal do Leitor. Toda semana um leitor do blog ajudará a equipe a fazer o Varal, publicando dicas sobre algum tema (livros, cinema, peças teatrais, sites, cursos). Ou seja, estendendo ideias..

Pois beeeem, a dica que quero dar para vocês – pessoas belas que leem (oi reforma ortográfica, beijomeliga) o Varal- é sobre um livro que terminei de ler no sábado: Ele simplesmente não está tão afim de você. .
Você pode até pensar “mas pooxa, tem o filme desse livro no cinema, porque eu vou perder meu tempo lendo essa joça?”, rum, pare com esse pensamento feio ok! Desde que Jesus era adolescente todos nós sabemos que ler é muito mais legal que só ver o filme, portanto, ficadica.

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Sobre aquelas informações nerds (autor, ano que saiu, se foi Best seller) que eu, particularmente, nunca levo em conta, só sei que os autores do livro são roteiristas do Sex and the city, ou seja, coisa ruim não é. O resto joga no Google que ele te ajuda, tenha fé.

Continuando… a história do livro é que ele não tem história, great! Os autores, Greg e Liz, são os fanfarrões que inventaram isso. Greg é o cara, sério, queria ser amiga dele… é ele que tem o papel chato de falar para nós (mulheres belas e sorridentes) de que nem sempre o homem está afim, que às vezes ele só vai querer ficar e sumir do mapa, ou então nos enrolar e ficar com outras, ou então apenas não irá nos ligar quando disser que vai; já a Liz, hunf, a Liz é uma lascada (tipo eu), que relata suas experiências também.

A teoria do Greg é a seguinte: quando o homem gosta de uma mulher, ele é capaz de vender a família toda numa boca de fumo só para ficar com essa mulher (ok, ele não diz com essas palavras, mas é a mesma idéia) e que o resto é tudo desculpa que ele usa para não dizer (COVARDE) que não está tão afim de você. O livro se divide em trocentos capítulos (não contei) e cada capítulo é sobre uma desculpa geral, tipo essas: “Ele simplesmente não está a fim de você se não a convida para sair, porque se gosta de você, pode ter certeza de que vai convidar”, “Ele simplesmente não está a fim de você se não telefona para você”, “Ele simplesmente não está a fim de você se não faz sexo com você” e por ai vai. Dentro dos capítulos têm os emails de algumas mulheres, a opinião do Greg sobre o assunto, a opinião da Liz sobre o assunto, um resumão sobre as coisas que a/o leitor(a) deveria ter aprendido sobre o assunto e um exercício. Parece uma lavagem cerebral, mas não é; parece autoajuda (reforma ortográfica, te odeio) mas não é; parece bobo e chato, mas não é. Assim, o Greg é meio radical sabe, com ele ou é 8 ou é 80, por isso que entra a Liz (a lascada) para questionar as idéias dele e ver se não tem um jeitinho de achar umas excessões nos pensamentos dele. Ah, esqueci de dizer! Tem também uma parte do capítulo que é algo tipo “eu entendi”, onde uma leitora relata como fez a coisa certa em não acreditar na desculpa esfarrapada e simplesmente aceitar a idéia de que o marmanjo não estava afim dela.

Assim… é um livro gostoso de ler, rápido e serve para os homens (rirem da nossa cara) e para as mulheres (deixarem de ser lesas e aprenderem a valorizar a macharada que realmente se importa com elas). Eu li e depois vi o filme, confesso que achei o livro mais fiel à realidade (apesar de ter curtido muito o filme). Enfim, é isso. O link do livro na internet é esse
Abraço.

Camila Baranda, tem só 19 anos. É estudante de jornalismo. Mescla de cabelo desgrenhado, zé gracisse inconveniente, má postura ao sentar, uma facilidade de inventar histórias e nerdisse. E se desculpou por ultrapassar 3 linhas ao descrever este perfil.

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blog da Camila Baranda
Twitter @camilaba