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Referência na sua estante: Os Cinco Cs da Cinematografia – Técnicas de Filmagem 19, 07, 2010

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Aquela cena inesquecível, o close, a objetiva e por aí vai. O livro Os Cinco Cs da Cinematografia – Técnicas de Filmagem apresenta os conceitos e técnicas consagradas da cinematografia. Os cinco Cs detalhados aqui são: corte, composição, close-ups, continuidade e câmera: ângulos. Pioneiro do cinema nos Estados Unidos, Joseph V. Mascelli fala também dos problemas mais comuns antes, durante e depois das filmagens e dá dicas fundamentais para a edição. Taí um livro que não pode faltar na estante de quem faz, assiste ou admira a sétima arte.

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Estenda na sua Estante: A Linguagem das Coisas. 13, 07, 2010

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Já colecionei bonés e passei parte da adolecência colecionando grafites. As que sobraram guardo como recordação mania. Mas, o que leva as pessoas a colecionar, dar relevância aos objetos que possuímos ou que desejamos? Somos manipulados? Seduzidos? São esses, entre outros questionamentos que o autor Dyan Sudjic, diretor do Design Museum de Londre analisa em A Linguagem das Coisas.

Os objetos estão longes de serem inocentes, e é isso que os torna interessante demais para serem ignorados”, diz o autor.

Estenda na sua estante. 23, 09, 2009

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livro

       The End of Print: The Grafik Design of David Carson

        Editora: Chronicle Books/ Lawrence King

        Preço: (aproximadamente R$ 90,00)

    Leia e conheça  os experimentos de David Carson que revolucionaram o design que você conhece.

 

 

David Carson (nascido em 1956, Texas, EUA) é um designer gráfico conhecido sobretudo pelo seu trabalho inovador em design de revistas, mais especificamente pelo modo como usa a tipografia e a fotografia.

David Carson é simultaneamente surfista, fotógrafo, tipógrafo, designer gráfico, diretor de arte, cineasta, professor, e dono da empresa de design David Carson Design, Inc

É internacionalmente considerado como um dos designers gráficos mais influentes dos anos 90, porém, inicialmente, foi recebido pela comunidade internacional do design gráfico com severas críticas ao ponto de se discutir se ele pertencia ou não ao mundo do design gráfico. Apesar destas opiniões, o trabalho de Carson foi um sucesso editorial e que influenciou o modo de trabalhar de muitos designers.

O seu trabalho caracteriza-se por uma aparente desordem, irracionalidade e falta de coerência mas, que, na verdade, é simplesmente o resultado da sua forma intuitiva de trabalhar e comunicar com o público alvo ao qual se destina (que é muitas vezes um público jovem em revistas de Surf).

 

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David Carson quebrou muitos paradigmas a nível da estética e da comunicação visual/verbal. O modo como usa a tipografia é uma boa maneira de verificarmos como ele não pensa no lado funcional do design, isto é, ele não tem preocupações com a boa leitura, legibilidade, grelhas, padrões, etc..

O  seu trabalho é precisamente a negação dessas ideias da velha escola do design gráfico (se quisermos ir ao extremo, temos como exemplo oposto, a Bauhaus).

Livro. ‘Jornal Nacional – modo de fazer’. 21, 09, 2009

Posted by varall in Estendendo Referência, Livros.
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Essa dica é indispensável para estudantes de comunicação e admiradores do telejornal mais assistido do Brasil. A livro “Jornal Nacional – Modo de Fazer”, escrito por William Bonner (apresenador e editor-chefe há 10 anos), mostra em detalhes todas as etapas de produção do jornal.

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Uma mídia redescoberta. Paisagem Urbana. 27, 04, 2009

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Se tem uma mídia que admiro é a mídia exterior por sua capacidade invasiva e de adequação ao meio, seja urbano urbano ou dentro de uma academia, por exemplo.

O livro da arquiteta e urbanista, Camila Faccioni Mendes debate a comunicação (mídia exterior) e arquitetura na formação da paisagem urbana, especialmente em São Paulo, cidade onde fica claro o uso da comunicação exterior regulamentada. O livro apresenta dicas de como construir e escrever para mídia alternativa de maneira eficaz.

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Livros. A moça do caixa 18, 02, 2009

Posted by varall in Livros.
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A última vez que fui ao supermecado lembro de dizer a caixa do guichê 22 o seguinte: Oi, tudo bem? E ela sorriu confirmando! Acredito que seja o mínino que posso fazer naquele momento onde a maioria das pessoas falam ao celular ao mesmo tempo que digitam a senha do cartão de crédito, ou sei lá o Q… É só uma questão de observação. E foi justamente isso que a jovem Anna Sam, de 29 anos fez.

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Durante 8 anos, trabalhando atrás de uma esteira rolante, Sam presenciou atitudes grosseiras e ouvi comentários indelicados de clientes e resolveu, em abril de 2007 embalar tudo e publicar em um blog anônimo para mostrar que quem trabalha registrando até 800 produtos por dia também tem histórias interessantes para contar. E deu certo. Virou livro. Intitulado – Les tribulations d’une cassière (As atribulações de uma caixa, em tradução literal), o livro já vendeu mais de 100 mil cópias na França e chegará ao Brasil até o fim do ano. Fica a dica.

Fonte: BBCBrasil
Foto de divulgação: Editora Stock/Marc Ollivier

ROI, que bicho é esse? 6, 02, 2009

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ROI!

Ultimamente ando sendo cor(roí)da internamente por causa dessa palavrinha. O conceito é antigo e já o conhecia superficialmente na universidade. Agora, no mercado de trabalho, virou meu amigo íntimo. O Retorno sobre Investimento (Return on Investiment), além de ser uma preocupação constante, lembra que existe um lado da Publicidade que não é só criatividade (e um pouquinho de sorte também). Quando faço o Planejamento da Comunicação Integrada (até como Ass. de Imprensa!)  pensar o ROI é lei, mesmo sem lembrar mais como se resolve decentemente um logarítmo.

Um “porém” é a mensuração, principalmente quando o cliente/anunciante não classifica para a agência o seu desempenho(vendas, etc)  antes, durante e após  uma campanha.   Então, como escolher ações e suportes tendo por base dados imprecisos das empresas de mídia de Manaus (que não atualizam suas pequisas sobre veiculação e  audiência), a intangibilidade de alguns conceitos  e, principalmente,  quando o resultado esperado é qualitativo, como uma mudança de percepção valorativa sobre a marca?

Bem, de tanto “apanhar sozinha” , eu já estou achando minhas próprias  respostas metodológicas para “paid  vs not paid vs promotion”, como dizem os especialistas em ROI. Dura essa vida de quem “nasceu” na Criação e depois migrou para o Planejamento. Às vezes, a reponsabilidade é tanta que dá vontade de gritar: quero meus lápis de cor de volta! E ficar  só na Criação. hehehe

E esse desabafo todo foi só pra indicar o livro que estou lendo: Valor estratégico dos eventos: Como e por que medir ROI, de PHILLIPS, MYHILL e  MCDONOUGH, editora Aleph, que apresenta cases de eventos e mensuração de retorno. É um pouco técnico, porém muito interessante para quem atua na área de Planejamento e Marketing. 

Um abraço!

Blog Marketing 9, 12, 2008

Posted by jaimeohana in Livros.
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O livro de Geremy Wright explana conceitos e modelos de blogs, de forma clara. Os blogs deixaram de ser um diário on-line, para influenciar na receitas de grandes marcas. Taí, uma boa dica para enteder sobre esse novo cenário e investimentos que estão mundando a forma das empresas de comunicarem com seus clientes.

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Editora MrsBooks

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Livro. Rio Fanzine. 18 Anos de Cultura Alternativa. 28, 11, 2008

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Ao meu ver cultura alternativa pode ser qualquer forma de expressão que corre por fora, pelas beiradas. É de uma cultura que se esboça em folha de papel, apresentada em pequenos metros quadrados que a coluna do jornal O GLOBO RIO FANZINE tornou referência para o cenário underground. Desde 1986, a coluna Rio Fanzine, criada por Ana Maria Bahiana, abre espaço para o lado B artístico da música e afins.

“Ao longo desse tempo, o “Rio Fanzine” – precursor de todos os outros cadernos “jovens” – falou de bandas que ninguém conhecia, de shows que poucos sabiam, de tendências e estilos que ainda se delineavam, com um estilo e diagramação próprios, numa linguagem mais próxima das ruas do que dos manuais de redação”..

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A citação acima é do livro RIO FAZINE. 18 ANOS DE CULTURA ALTERNATIVA dos autores Carlos Alburquerque & Tom Leão. O livro reúne textos jornalísticos da trajeto inicial de muitas bandas como: Planet Hemp, o Rappa, Skank, Paralamas do Sucesso entre outros.

Fica a indicação para quem curti música ou qualquer outra expressão artistica e cultura, desde que seja ALTERNATIVA.

O que é: livro RIO FANZINE. 18 ANOS DE CULTURA ALTERNATIVA
Autores: Carlos Albuquerque / Tom Leão
Editora: Record

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Visite blog Rio Fanzine no site O GLOBO.

Montanha Russa. O sobe e desce da vida. 7, 11, 2008

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‘Foi paixão a primeira leitura. O livro MONTANHA RUSSA da escritora Martha Medeiros é aquele tipo de livro que você lê e quando menos percebe termina. Um livro de cronicas sobre vida. Sobre o cotidiano. Uma conversa sobre pensamentos “inconfesáveis e politicamente incorretos”. Essa é a frase que define o livro ao meu ver. Valeu Talita Benício.

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P.S Talita Benício. Amiga e quem emprestou o livro.

Andrew Smith revela o jeito criativo do brasileiro. 4, 11, 2008

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Isso é compartilhar conteúdo. Isso é web 2.0. A jornalista Anna Carolina Sampaio, MTB 52043, após visitar e lê o criatividade do jeito tupiniquim nos enviou a entrevista que a mesma realizou com o inglês Andrew Smith, autor do livro Jeito Brasileiro. Um excelente livro para quem é a fim de saber como é a personalidade e o que faz o criativo brasileiro. E o melhor, o livro traz o depoimento de vários profissionais de destaque em várias áreas.

Literatura

Jeito Brasileiro
No seu quarto livro, o inglês Andrew Smith trata da criatividade e sua origem em um contexto brasileiro

Há 10 anos no Brasil, o engenheiro eletrônico inglês Andrew Smith, 41 anos, não planejava ser um escritor. Distante do universo literário, ele almejava um futuro promissor como engenheiro. Sua vida profissional começou aos 22 anos, quando deixou a cidade inglesa de Birmingham para trabalhar na África em plataformas de petróleo.

“Ficava sentado o dia todo esperando o trabalho chegar. Gostava de fazer esporte e o dia-a-dia rotineiro da plataforma estava me deixando louco”, ironiza. Cansado de passar os dias enclausurado numa sala, Andrew decidiu buscar outras oportunidades e investiu no seu conhecimento pessoal concluindo o MBA em Negócios Internacionais. “Comecei a trabalhar numa empresa de marketing e desenvolvimento internacional, onde tive a oportunidade de viajar por muitos países, como o Brasil”, conta.

Decidido a ficar no País, mas com dificuldades para achar uma colocação profissional, Smith resolveu abrir uma academia na Zona Sul de São Paulo. “Sempre gostei de esporte, por isso investi nesse tipo de emprendimento, mas não deu certo”, conta.

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Fotógrafo: Luiz Nascimento

Impressionado com a marginalidade infantil na Capital, o engenheiro iniciou um trabalho voluntário com crianças de ruas juntamente com uma entidade. A experiência resultou em seu primeiro livro, um romance, ainda não publicado.

“Depois dessa experiência fiz um livro sobre ficção e um sobre termos em inglês para o mercado financeiro, que foi publicado”, conta. Decidido a continuar escrevendo, o autor trabalhou dois anos em seu novo projeto, O Jeito Brasileiro (Ed. Saraiva, R$ 55,00). “O objetivo inicial era escrever um livro para jovens com dicas de como ser criativo mas, quando me aprofundei sobre o tema, percebi que a criatividade estava ligada com estilo de vida”, relata.

Foi a origem dessa criatividade que motivou Smith a buscar fontes e informações para seu novo projeto. Com a ajuda da esposa, brasileira, chegou a alguns profissionais que se destacam na música, arte e esporte. “Eu me perguntava: por que eles são tão bons no que fazem?”, indaga.
Gal Costa, Denise Fraga, Fernando Meirelles, Gilberto Mendes, Lars Grael, Tom Zé, Washington Oliveto e Romero Brito foram alguns de seus 39 entrevistados que apresentam o amplo panorama da criatividade brasileira em ação. “
Quando conversei com eles notei que todos eram apaixonados pelo que faziam e pensei: é isso que eu quero da vida. Comecei a notar que a criatividade poderia estar ligada com a identidade e gostos pessoais”, explica.

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Fotógrafo: Luiz Nascimento

No livro, os artistas expõem o que pensam em relação à criatividade e como desenvolvem o seu trabalho no dia-a-dia. “Eu tinha uma idéia, alimentada pela mídia, de que as pessoas simplesmente aparecem ‘do nada’. Durante meu contato com esses profissionais, notei que todos lutaram muito para chegar onde chegaram”, afirma. O esforço, otimismo e inovação dos entrevistados ajudou o autor a traçar um perfil do trabalhador brasileiro. “Fico admirado ao perceber que a falta de recurso não é empecilho para realizar a atividade da melhor maneira. Isso me fascina no povo brasileiro”, confessa.

A personalidade de alguns profissionais que trabalharam com o engenheiro no início de sua vida no Brasil foi o que definiu o nome do livro. “Eles gostavam de deixar as tarefas para o dia seguinte e eu preferia fazê-las no mesmo dia. Quando as coisas se resolviam, eles diziam: ‘Demos um jeitinho brasileiro’”, conta.

De acordo com Smith, o livro foi uma viagem pessoal a respeito do desenvolvimento da criatividade e a maneira que ela se relaciona com o estilo de vida de cada profissional bem sucedido. “O resultado final foi justamente o que eu queria captar: o mais feliz é aquele que faz o que gosta”, finaliza.

O que leio agora. Vende-se em 30 Segundos 30, 10, 2008

Posted by jaimeohana in Livros.
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Taí um livro que todo aspirante a publicitário, ou algo do gênero tem que ler. VENDE-SE EM 30 SEGUNDOS. MANUAL DO ROTEIRO PARA FILME PUBLICITÁRIO. O autor? TIAGO BARRETO.

O livro é um achado em uma profissão ainda carente de publicações com temas direcionados. Sem receitas de bolo, o Tiago Barreto traz dicas que ajudam na hora de criar um roteiro publicitário. Passando pelo atenção que deve ser dada ao briefing, a responsabilidade de quem cria, a mensagem pro meio VT e exemplos.

Bom, vou cuidar de lê, pois o livro é de um amigo e parceiro de blog e ainda tenho ainda tenho que ficha-lo.