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Como se tornar uma pessoa interessante. 10, 03, 2011

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Em um texto fantástico publicado no seu blog, o Russel Davies – um baita planner que todos deveriam conhecer – conta que o futuro nos negócios criativos está reservado às pessoas interessantes. Segundo ele, as pessoas empregarão e irão querer trabalhar com (e estar com) gente interessante. Diante disso, com a propriedade de quem já foi diretor de marca da Nike e diretor de planejamento da Wieden + Kennedy, ele dá 10 dicas preciosas para quem quiser se enquadrar nesse contexto. Segundo o Russel, colocando-os em prática, você já se sentirá mais interessante em questão de semanas. Vale a pena.

Para elaborar seus pontos, ele se baseou em duas premissas:

Para ser interessante é preciso ser interessado: Você tem que encontrar o lado interessante de tudo. Você deve ser bom em perceber as coisas, em ouvir, em encontrar pessoas (e coisas) interessantes – e eles também te acharão interessantes.

Pessoas interessantes são boas em compartilhar: Você não consegue se interessar por alguém que não te conta nada. Compartilhar, porém, não tem nada a ver com falar, falar e falar. Significa compartilhar suas ideias, deixar as pessoas brincarem com elas, e ser bom em contá-las sem ter que falar de si mesmo.

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Recomendo Ler: Você – Marca Pessoal. 24, 08, 2010

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O livro Você – Marca Pessoal. A publicação aborda como as pessoas devem agir para agregar valor às suas marcas pessoais. Segundo Roberto Álvarez del Blanco, autor do livro, da mesma forma que as marcas institucionais, as pessoais podem se converter em um veículo que afirma a verdadeira identidade e garante uma reputação, despertando assim  reações e associações positivas nas outras pessoas.

Referência na sua estante: Os Cinco Cs da Cinematografia – Técnicas de Filmagem 19, 07, 2010

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Aquela cena inesquecível, o close, a objetiva e por aí vai. O livro Os Cinco Cs da Cinematografia – Técnicas de Filmagem apresenta os conceitos e técnicas consagradas da cinematografia. Os cinco Cs detalhados aqui são: corte, composição, close-ups, continuidade e câmera: ângulos. Pioneiro do cinema nos Estados Unidos, Joseph V. Mascelli fala também dos problemas mais comuns antes, durante e depois das filmagens e dá dicas fundamentais para a edição. Taí um livro que não pode faltar na estante de quem faz, assiste ou admira a sétima arte.

Estenda na sua Estante: A Linguagem das Coisas. 13, 07, 2010

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Já colecionei bonés e passei parte da adolecência colecionando grafites. As que sobraram guardo como recordação mania. Mas, o que leva as pessoas a colecionar, dar relevância aos objetos que possuímos ou que desejamos? Somos manipulados? Seduzidos? São esses, entre outros questionamentos que o autor Dyan Sudjic, diretor do Design Museum de Londre analisa em A Linguagem das Coisas.

Os objetos estão longes de serem inocentes, e é isso que os torna interessante demais para serem ignorados”, diz o autor.

Estenda na sua estante. 23, 09, 2009

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livro

       The End of Print: The Grafik Design of David Carson

        Editora: Chronicle Books/ Lawrence King

        Preço: (aproximadamente R$ 90,00)

    Leia e conheça  os experimentos de David Carson que revolucionaram o design que você conhece.

 

 

David Carson (nascido em 1956, Texas, EUA) é um designer gráfico conhecido sobretudo pelo seu trabalho inovador em design de revistas, mais especificamente pelo modo como usa a tipografia e a fotografia.

David Carson é simultaneamente surfista, fotógrafo, tipógrafo, designer gráfico, diretor de arte, cineasta, professor, e dono da empresa de design David Carson Design, Inc

É internacionalmente considerado como um dos designers gráficos mais influentes dos anos 90, porém, inicialmente, foi recebido pela comunidade internacional do design gráfico com severas críticas ao ponto de se discutir se ele pertencia ou não ao mundo do design gráfico. Apesar destas opiniões, o trabalho de Carson foi um sucesso editorial e que influenciou o modo de trabalhar de muitos designers.

O seu trabalho caracteriza-se por uma aparente desordem, irracionalidade e falta de coerência mas, que, na verdade, é simplesmente o resultado da sua forma intuitiva de trabalhar e comunicar com o público alvo ao qual se destina (que é muitas vezes um público jovem em revistas de Surf).

 

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David Carson quebrou muitos paradigmas a nível da estética e da comunicação visual/verbal. O modo como usa a tipografia é uma boa maneira de verificarmos como ele não pensa no lado funcional do design, isto é, ele não tem preocupações com a boa leitura, legibilidade, grelhas, padrões, etc..

O  seu trabalho é precisamente a negação dessas ideias da velha escola do design gráfico (se quisermos ir ao extremo, temos como exemplo oposto, a Bauhaus).

Livro. ‘Jornal Nacional – modo de fazer’. 21, 09, 2009

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Essa dica é indispensável para estudantes de comunicação e admiradores do telejornal mais assistido do Brasil. A livro “Jornal Nacional – Modo de Fazer”, escrito por William Bonner (apresenador e editor-chefe há 10 anos), mostra em detalhes todas as etapas de produção do jornal.

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Uma mídia redescoberta. Paisagem Urbana. 27, 04, 2009

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Se tem uma mídia que admiro é a mídia exterior por sua capacidade invasiva e de adequação ao meio, seja urbano urbano ou dentro de uma academia, por exemplo.

O livro da arquiteta e urbanista, Camila Faccioni Mendes debate a comunicação (mídia exterior) e arquitetura na formação da paisagem urbana, especialmente em São Paulo, cidade onde fica claro o uso da comunicação exterior regulamentada. O livro apresenta dicas de como construir e escrever para mídia alternativa de maneira eficaz.

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James Young. ‘Técnica para produção de ideias’. 16, 04, 2009

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O primeiro post do dia é uma dica de leitura. Para quem lida com a produçãõ de ideias, o livrete de James Young ‘Técnica para produção de ideias’ merece um espaço, primeiro na sua mente depois na sua biblioteca pessoal. O livro aborda de maneira clara as fases do processo de criação, e é quase impossivel não se identeficar com as dicas do publicitário Young. Abaixo, algumas passagens do livro.

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[…] imagino que se alguém se sente completamente fascinado pela publicidade é porque é provável que esteja entre os reconstrutores deste mundo. Assim, tem alguns poderes criativos […]

[…] ideia é nada mais nada menos que uma nova combinação de velhos elementos […]

Livros. A moça do caixa 18, 02, 2009

Posted by varall in Livros.
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A última vez que fui ao supermecado lembro de dizer a caixa do guichê 22 o seguinte: Oi, tudo bem? E ela sorriu confirmando! Acredito que seja o mínino que posso fazer naquele momento onde a maioria das pessoas falam ao celular ao mesmo tempo que digitam a senha do cartão de crédito, ou sei lá o Q… É só uma questão de observação. E foi justamente isso que a jovem Anna Sam, de 29 anos fez.

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Durante 8 anos, trabalhando atrás de uma esteira rolante, Sam presenciou atitudes grosseiras e ouvi comentários indelicados de clientes e resolveu, em abril de 2007 embalar tudo e publicar em um blog anônimo para mostrar que quem trabalha registrando até 800 produtos por dia também tem histórias interessantes para contar. E deu certo. Virou livro. Intitulado – Les tribulations d’une cassière (As atribulações de uma caixa, em tradução literal), o livro já vendeu mais de 100 mil cópias na França e chegará ao Brasil até o fim do ano. Fica a dica.

Fonte: BBCBrasil
Foto de divulgação: Editora Stock/Marc Ollivier

ROI, que bicho é esse? 6, 02, 2009

Posted by Lau Franco in Livros, Recomendo ler.
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ROI!

Ultimamente ando sendo cor(roí)da internamente por causa dessa palavrinha. O conceito é antigo e já o conhecia superficialmente na universidade. Agora, no mercado de trabalho, virou meu amigo íntimo. O Retorno sobre Investimento (Return on Investiment), além de ser uma preocupação constante, lembra que existe um lado da Publicidade que não é só criatividade (e um pouquinho de sorte também). Quando faço o Planejamento da Comunicação Integrada (até como Ass. de Imprensa!)  pensar o ROI é lei, mesmo sem lembrar mais como se resolve decentemente um logarítmo.

Um “porém” é a mensuração, principalmente quando o cliente/anunciante não classifica para a agência o seu desempenho(vendas, etc)  antes, durante e após  uma campanha.   Então, como escolher ações e suportes tendo por base dados imprecisos das empresas de mídia de Manaus (que não atualizam suas pequisas sobre veiculação e  audiência), a intangibilidade de alguns conceitos  e, principalmente,  quando o resultado esperado é qualitativo, como uma mudança de percepção valorativa sobre a marca?

Bem, de tanto “apanhar sozinha” , eu já estou achando minhas próprias  respostas metodológicas para “paid  vs not paid vs promotion”, como dizem os especialistas em ROI. Dura essa vida de quem “nasceu” na Criação e depois migrou para o Planejamento. Às vezes, a reponsabilidade é tanta que dá vontade de gritar: quero meus lápis de cor de volta! E ficar  só na Criação. hehehe

E esse desabafo todo foi só pra indicar o livro que estou lendo: Valor estratégico dos eventos: Como e por que medir ROI, de PHILLIPS, MYHILL e  MCDONOUGH, editora Aleph, que apresenta cases de eventos e mensuração de retorno. É um pouco técnico, porém muito interessante para quem atua na área de Planejamento e Marketing. 

Um abraço!

Blog Marketing 9, 12, 2008

Posted by jaimeohana in Livros.
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O livro de Geremy Wright explana conceitos e modelos de blogs, de forma clara. Os blogs deixaram de ser um diário on-line, para influenciar na receitas de grandes marcas. Taí, uma boa dica para enteder sobre esse novo cenário e investimentos que estão mundando a forma das empresas de comunicarem com seus clientes.

blogmarketing

Editora MrsBooks

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blog marketing

Livro. Rio Fanzine. 18 Anos de Cultura Alternativa. 28, 11, 2008

Posted by jaimeohana in Livros.
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Ao meu ver cultura alternativa pode ser qualquer forma de expressão que corre por fora, pelas beiradas. É de uma cultura que se esboça em folha de papel, apresentada em pequenos metros quadrados que a coluna do jornal O GLOBO RIO FANZINE tornou referência para o cenário underground. Desde 1986, a coluna Rio Fanzine, criada por Ana Maria Bahiana, abre espaço para o lado B artístico da música e afins.

“Ao longo desse tempo, o “Rio Fanzine” – precursor de todos os outros cadernos “jovens” – falou de bandas que ninguém conhecia, de shows que poucos sabiam, de tendências e estilos que ainda se delineavam, com um estilo e diagramação próprios, numa linguagem mais próxima das ruas do que dos manuais de redação”..

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A citação acima é do livro RIO FAZINE. 18 ANOS DE CULTURA ALTERNATIVA dos autores Carlos Alburquerque & Tom Leão. O livro reúne textos jornalísticos da trajeto inicial de muitas bandas como: Planet Hemp, o Rappa, Skank, Paralamas do Sucesso entre outros.

Fica a indicação para quem curti música ou qualquer outra expressão artistica e cultura, desde que seja ALTERNATIVA.

O que é: livro RIO FANZINE. 18 ANOS DE CULTURA ALTERNATIVA
Autores: Carlos Albuquerque / Tom Leão
Editora: Record

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