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O Briefing mudou? 4, 03, 2011

Posted by varall in Estendendo informaçao.
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Que o mercado da comunicação está mudando completamente, ninguém tem a menor dúvida. Mas e quanto ao Briefing? Ele ainda continua o mesmo? Tenho certeza que não. Vi um post bem bacana no CHMKT e resolvi estender no Varal. Pense nisso ao criar ou receber o próximo Briefing na sua agência.

Está Rolando na web uma troca de ideias entre planners do mundo todo sobre uma ferramenta bem presente no nosso trabalho: o brief criativo. Quem lidera o projeto é o Ed Cotton, Diretor de Estratégia da Butler, Shine, Stern & Partners.
A idéia é buscar melhorias, mesmo que incrementais, para obtermos uma eficácia cada vez maior na conexão com a criação e chegarmos a trabalhos realmente relevantes em uma fase de muitas mudancas no mundo da comunicação.

Abaixo, seguem algumas das ideias principais que rolaram até agora. Pra acompanhar as discussões na página do projeto no Facebook, é só clicar aqui.

Vamos lá…

1 – O brief criativo ainda é fundamental. Direcionamentos são mais importantes do que nunca. No entanto, mais do que o documento, o importante é o que acontece ao seu redor. Um documento não pode matar as conversas. Deve estimulá-las e documentá-las.

2 – O brief não está morto, mas as lideranças do Planejamento deveriam reavaliar seus documentos de brief e assegurar se ainda são relevantes. É preciso ter algo que reflita o cenário atual e possa levar a ideias poderosas que existem nesse contexto. E, talvez, múltiplos formatos são necessários.

3 – O mundo da comunicação está mudando. Os briefs precisam refletir essas mudanças – ideias sociais, mídias sociais, conectividade, boca-a-boca, interações, co-participação.

4 – Co-desenvolva os briefs com a criação para assegurar que todos fiquem felizes e motivados pela mesma ideia.

5 – Explore muitas possibilidades interessantes antes do brief ser escrito, para identificar a possibilidade mais poderosa. Encontre maneiras interessantes e colaborativas de fazer isso.

6 – Dê vida ao brief. Ele precisa ser uma história que pode ser contada e vendida e precisa de pessoas com essas habilidades para que isso aconteça. O brief precisa ser transformado em uma apresentação de briefing.

7 – Se as conversas são tão importantes, como documentá-las, atualizá-las e compartilhá-las? É preciso um processo que ajude a documentar as conversas colaborativas pós-brief.

8 – Energia, pensamento e design precisam ser colocados na fase de pré-brief para desenvolver um forum colaborativo que discuta as multiplas oportunidades/possibilidades.

9 – Investimos tanto tempo no entendimento do público dos nossos clientes. Que tal colocar mais tempo em entender constantemente as necessidades micro e marco dos criativos?

10 – E o mais importante: Nada de Google briefs. Um bom brief dificilmente nasce de informações de sites. Nada substitui tempo real passado com pessoas reais para aprender sobre as conexões humanas com as marcas e categorias. Mais do que se basear em desk research ou grupos de foco, encontre maneiras inteligentes de se envolver em conversas com prospects, consumidores e especialistas.

Via:CHMKT

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