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Brazil Design Week 2009 30, 09, 2009

Posted by varall in Agende.
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 Começa a contagem regressiva para o Brazil Design Week 2009, que acontece entre os dias 3 e 6 de novembro, na Fecomercio, em São Paulo. Com o tema “Inovação e Negócios”, o evento reunirá atividades como apresentações de cases internacionais, seminários setoriais, workshops, rodadas de negócios, fóruns e exposições de prêmios como Cannes Lions, IF e L’Observeur Paris.

Promovido pela Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesign), tem apoio da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção e Exportação) e do Sebrae. O evento promete ser um sucesso como o que ocorreu em 2008, no Rio de Janeiro, e que reuniu mais de 5000 participantes, contou com a participação de 55 palestrantes e reuniu grandes cases nacionais e internacionais.

Via: Assessoria de Imprensa

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ENTREVISTA – Renato Bagre 30, 09, 2009

Posted by Lau Franco in Entrevista.
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Olá leitores!

O Varal entrevistou exclusivamente o publicitário Renato Bagre, Presidente e Diretor de Criação da R2.  Confira abaixo e comente!

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VARAL- Para começar, conte um pouco como você começou a sua carreira.

Comecei em 1989 na Íris – estagiário de redação – na agência do Roberto Evangelista. No ano seguinte fui pra Saga e tive como Diretor de Criação o Luiz Siqueira, cara que eu  admiro.

Quase reprovo no colégio, porque pirei com Publicidade. Então sai, terminei os estudos formais e voltei correndo, só que dessa vez fui pra Oana.

Cheguei lá, fui bem recebido pelo Edmar Costa, cara fodão. Pra mim um dos melhores. E lá passei 15 anos. Nesse tempo fiz estágio na DPZ, fui júri do Festival de Gramado, palestrei na Semana de Comunicação da Rede Amazônica ao lado de Lula Vieira. Fiz pós na ESPM e conquistei uma pá de prêmios, me tornado um dos profissionais mais premiados do Norte – Nordeste do país.

Sai da Oana em 2005, numa boa. Em 2006 foram mais de 25 prêmios conquistados com campanhas minhas – lançamento do Portal da Prefeitura, inauguração do Shopping Millennium, incluindo um Vox Populli da Revista About. Até hoje mantenho amizade com o Edmar, Edson e Ernesto, com quem aprendi muito do pouco que sei hoje.

VARAL- Você é redator. Qual a dica que você dá pra quem tá começando em redação publicitária?Porque o nome R2?

Sou um operário das palavras. Redijo há 21 anos. Gosto muito das idéias ganhando asas. Redijo pra tudo – pra música – sou bi-campeão do Fecani. Pra teatro – tenho várias peças teatrais escritas e prontas para produção. Pra literatura – estou escrevendo meu primeiro romance – Memória da Água. Ou seja: busco produzir exaustivamente. Também dou consultoria pra agencias parceiras da R2, porque entendo que a concorrência tem que valer a pena, que ninguém chuta cachorro morto.

A dica minha é simples: leia muito, tudo e trabalhe mais ainda. Ter idéias é o exercício diário é a labuta. E afaste o medo. Angústia é o combustível. Ela vai existir sempre em nossa profissão.

O nome R2 vem de– Renato e Ricardo – irmão e sócio. Simples assim.

VARAL- Qual o posicionamento da R2? O que ela tem de diferente das outras agências da cidade?

Costumo dizer que a R2 é um Fusca com motor de Ferrari. Pouca pompa, muita substancia.

Somos inquietos. Pesquisamos tudo, lemos tudo. Discutimos tudo. Mexemos em tudo. Mas não usamos terno. Usamos jeans  e tênis e camiseta. As vezes, bermudão.

A R2 vai implantar um Padrão de Qualidade na publicidade local. Em breve.Pensando grande. Pensando diferente. Pensando o futuro daqui a dois segundos [que já futuro, certo?]

Uma idéia não é grande porque acontece em São Paulo ou Nova Iorque. Ela é grande porque é idéia.

Não conheço o modus operandi das outras agências. Conheço da minha. Que muda a cada dia.

Entendo que somos todos cachorros puxando um grande trenó – o importante é ser o primeiro que vê todo o horizonte a frente.

O resto só vê rabo abanando na cara. [Ah… o Fusca é o New Beatle].

VARAL- Fale um pouco sobre o mercado de publicidade de Manaus?

O nosso mercado é singular. Eminentemente varejista. E o empresário é muito mal tratado.

Por conta de nossa localização geográfica e nossas saídas exíguas – somente por água e ar – temos um atraso histórico em relação as capitais do sul e sudeste, de um modo geral.

Mas o  trabalho de renovação do pensamento não começou agora. Começou tempos atrás e a coisa tá caminhando.

Antes o pensamento era oferecer o possível ao empresário. Hoje é preciso oferecer o necessário, o que é indispensável, o novo na comunicação de produtos e serviços.

E ir além – novas mídias, guerrilhas, twitter, hot sites etc.

Existe uma tênue linha entre possível e necessário. Com o advento da Internet a coisa fluiu mais e vai caminhar rumo a profissionalização. Mesmo que demore, vai acontecer, porque já vem acontecendo.

Hoje profissionais como Marcicley Rego, André Nishiwaki, Josiney Encarnação fazem a diferença, porque pensam diferente. Existem muitos outros, na R2 tive a sorte de reunir talentos: o Abe, a Ana, o Marcos, o Ricardo Bagre [um matemático por formação e um grande publicitário por vocação].  Estamos ajudando nessa caminhada, que é duríssima.

Quem é de bem, mesmo o concorrente, tem que pensar assim.

VARAL- O que você avalia na hora de contratar um profissional de criação?

Vejo só uma coisa: a chama. Uma coisa que não é percebida a todo momento. Aquela vontade de ir em frente. De fazer publicidade criativa e funcional.

Sou dureza. Sou exigente. Difícil. Sou chato pra caralho. Quem tá comigo é porque gosta: de publicidade e de mim.

VARAL- Sua agência tem planejamento? Qual a importancia deste profissional para o resultado final da campanha?

Tem: eu, Nishiwaki e Ricardo, Abe, Ana, Josiney e Marcos. Todos participam. Importância total pra área.

Mas nem toda campanha recebe o planejamento que merece, seria mentiroso se dissesse o contrário.

Não valeria de nada o que disse acima.

Expo Stickers 2009. 30, 09, 2009

Posted by varall in Agende, Estendendo entretenimento, Estendendo Referência.
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17394A partir do dia  03 de outrubro, às 15 horas, na fachada da loja El Cabriton rola a exposição mundial de sticker arte – adesivos, em São Paulo. A Expo Stickers 2009 é organizada pelo designer e artista de rua Jair Guilherme, aka BHC e a produtora cultural Liliane Ferrari e contará com trabalhos de 200 artistas participantes de 27 países, dentre eles Itália, Polônia, Irã, Líbano e Malásia. A mostra também acontecerá, em São Carlos, no dia 07 de outubro, a partir das 17h, na UFSCar.  Clica no site e Flickr e cole nessa ideia.

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O blog Varal curti a ideia e realizou junto com o designer Alexandre Félix,o Xãndão, uma oficina de Stickers no IFAM (antigo Cefet).  Confira aqui.

Após ler a matéria bateu a ideia e colei um stickers nas proximidades da agência. O que acharam?

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Grafite de luz 30, 09, 2009

Posted by varall in Varal de fora.
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 “Halo” é uma espécie de lata de spray pra grafite que não tem tinta, mas luz. Isso mesmo! Ela tem um LED na ponta que permite aos artistas grafiteiros pintar com a mesma técnica e gestos que usariam num trabalho convencional. É possível mudar a cor e o brilho da luz criando diferentes estilos de grafite. Se a luz não tem bateria suficiente, basta agitar a lata para que adquira energia outra vez. A invenção é do designer francês Aissa Logerot

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Via:

Megarampa 29, 09, 2009

Posted by varall in Estendendo entretenimento, Estendendo Referência.
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Muito bacana o trabalho do Designer Danilo Conti para a Megarampa, evento realizado no último domingo no Sambódromo do Anhembi, em Sampa.

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O material que compõe os troféus é madeira de Sucupira e Amarelinho, árvores nativas do Brasil. As madeiras são certificadas pelo FSC (Conselho Brasileiro de Manejo Florestal), um sistema que garante a origem sustentável do produto florestal. O troféu é suspenso de sua base por um jogo de amortecedores de skate, que regula a inclinação da peça principal.

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Os 10 troféus em disputa são suspensos das bases por jogos de amortecedores de skate que regulam a inclinação da peça principal. Outro lado muito legal destas peças é que o Danilo produziu todos junto à COOPERTIM (Cooperativa de Trabalho Integrado em Marcenaria), um projeto para a inclusão de jovens no mercado de trabalho.

Agência Tape seleciona criativos. 29, 09, 2009

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Uma das principais agências da cidade: a Tape Publicidade está selecionando Redatores e Diretores de arte para
contratação imediata. Interessou? Envie seu Portifólio e CV para euquero@tape.com.br – rodrigo@tape.com.br – zamir@tape.com.br.

Campanha Atack “De cara nova”. 29, 09, 2009

Posted by varall in Varal de Manaus.
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Depois de investir pesado na reforma da loja, o Atack lançou uma nova campanha com criação da agência Focus/DM e produção da Jobast. A campanha “De cara nova” tem o objetivo de digulvar a nova estrutura do Atack, mostrando que a rede não economizou em nada para o público manaura economizar mais ainda. A campanha conta com anúncios de jornal, mobiliário urbano e VT de 30″.

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Criação: Cássia Menini e Ricardo Tavares

Desafio Varal Prorrogado 28, 09, 2009

Posted by varall in Varal de Manaus.
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Recebemos diversos e-mails solicitando um pouco mais de prazo para a  entrega das peças… Por isso, decidimos prolongar um pouco o Desafio Varal….as peças poderão ser entregues até o dia 15/10.

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A verdadeira beleza não se mede em Kg 28, 09, 2009

Posted by varall in Guerrilha.
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Em consonância com sua campanha de “a beleza verdadeira” anterior, a famosa marca Dove (Dove em francês) continua a reclamar os seus valores em torno a estima da mulher.
Desta vez é a Agência alemã “Ogilvy & Mather” que elaborou uma alternativa original para lembrar as mulheres o culto de beleza ditado pela publicidade é superficial.

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O princípio é simples e bem planejado. Quando alguma mulher subia na balança, aparecia a mensagem” A verdadeira beleza não se mede em Kg”.

Dia Mundial Sem Carro 28, 09, 2009

Posted by varall in Guerrilha.
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Aqui em Manaus, o Dia Mundial Sem Carro, foi um dia como outro qualquer. Não vi nada que divulgasse ou estimulasse a população a andar sem carro, até porque no calor acima dos 40 graus fica dificil entrar nessa realidade. Mas, em São Paulo, a SOS Mata Atlantica realizou uma ação onde foram distribuídas nos principais cruzamentos, 20 mil réplicas do cartão de estacionamento (zona azul) SEM o dia 22 de setembro. No verso do cartão, um texto bastante elucidativo sobre a importância da data como ponto de partida para reflexão e discussão do assunto.

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via:

Mídias Sociais na sua empresa. 26, 09, 2009

Posted by varall in Estendendo Referência.
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Semana passada ministramos uma palestra na Semana de Comunicação da Uninorte, faculdade de Manaus, sobre Web 2.0 e achei que esse texto da  consultora de marketing B.L. Ochman  encaixou-se perfeitamente.

1– Os empregados vão desperdiçar seu tempo nas redes sociais.

Muitas grandes empresas bloqueiam o acesso dos seus empregados à internet como um todo. Outros tentam bloquear o uso do e-mail pessoal e de redes como Facebook durante as horas de trabalho.

Em maio de 2009, de acordo com o eMarketer, havia 29 milhões de smartphones nos EUA. É muito acesso à internet disponível para os trabalhadores de todo o país. Os empregadores não conseguirão manter as pessoas longe da internet nos intervalos, almoço, no banheiro e em outras situações como essas.

O valor do acesso à internet para os trabalhadores – em termos de pesquisa, comunicação e velocidade – é muito maior do que a perda de produtividade. As empresas tem o direito de criar regras sobre o uso pessoal da internet, mas bloqueá-la durante as horas de trabalho é ridículo.

2 – Aqueles que odeiam a marca vão fazer mal a ela.

“E aqueles que odeiam a marca?” é a primeira pergunta que aparece nas minhas conferências sobre mídias sociais nas empresas. “E se as pessoas falarem coisas ruins sobre nossa marca?”

Bem, pode haver coisas que você deve melhorar na sua empresa, e, neste caso, você deveria agradecer a eles por te contarem quais são. Depois, você deve realmente melhorá-las.

Se sua comunidade online tem pessoas que gostam da sua marca, elas se levantarão para resolver o problema para você. Elas é que te defenderão.

3 – Perderemos o controle da marca.

Ouça. Todo mundo tem um computador e mesmo alguém sem muita habilidade tem ferramentas para expressar uma opinião sobre a sua marca. Eles já estão falando sobre você.

O controle da mensagem é uma ilusão. Desista.

Seus funcionários estão falando sobre você em grupos fechados no Facebook, feitos para você ficar de fora para que eles possam conversar sobre a empresa. Seus clientes estão mandando e-mails, usando o Twitter e Facebook para contar aos amigos sobre as experiências que tiveram com a sua marca. Você já não tem controle. Portanto, é melhor que junte-se à conversa logo. Pelo menos você conseguirá exercer alguma influência sobre o que está sendo dito.

4 – Mídia social exige uma verba real. Não é algo tão barato ou grátis.

Enquanto algumas ferramentas de mídias sociais são gratuitas, saber usá-las requer experiência e perspectiva.

O filho do vizinho que domina o Twitter ou aquele estudante universitário não são capazes de integrar as mídias sociais à estratégia de marketing da empresa. Isso exige experiência e perspectiva. Ter uma grande rede de relacionamento social e uma enorme reputação online também ajudam.

Assim como existem carpinteiros que conseguem montar uma estante de livros e outros carpinteiros brilhantes que conseguem criar objetos de beleza genuína e duradoura, há milhares de gurus de mídia social (de todas as idades) que nunca trabalharam para um cliente real. Há pessoas de todos os preços. Contrate-os sob seu próprio risco.

5 – Temos medo de ser processados.

Essa é ridícula. Vamos para a próxima!

6 – Estamos com medo de entregar segredos da empresa ou informações que podem afetar o valor das nossas ações.

Se você não tem regras para o uso de mídias sociais, é hora de criar.

Se você não confia nos seus empregados para conversar com consumidores ou representar sua marca, você precisa olhar para as suas práticas de contratação ou para suas práticas de treinamento. Tem algo errado por lá.

Leia. 10 mentiras para enrolar designers e ilustradores 24, 09, 2009

Posted by varall in Estendendo informaçao.
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Navegando na internet, achei esse post..e achei bastante interessante estender no Varal. Faça valer o seu trabalho. 

1) “Faça esse trabalho barato (ou de graça) e no próximo pagaremos melhor”

Nenhum profissional que se preze daria seu trabalho de mãos beijadas na esperança de cobrar mais caro mais tarde. Você consegue imaginar o que um advogado diria se você dissesse “me defenda de graça dessa vez que na próxima vez que eu precisar de um advogado eu te chamo e pago melhor”. Ele com certeza riria da sua cara.

 2) “Nós nunca pagamos 1 centavo antes de ver o produto final

” Essa é uma pegadinha. A partir do momento que você foi contratado para fazer o trabalho você DEVE pedir uma entrada. O motivo é simples, você está trabalhando desde o momento que se dispõe a fazer a reunião de briefing. Talvez um cliente mais inexperiente queira pagar após ver alguns esboços. Cabe a você aceitar ou não.

 3) “Esse trabalho será ótimo para seu portfolio!

Depois desse você vai conseguir muitos outros” Essa é uma das mais típicas. E costuma fazer vítimas principalmente entre jovens que ainda estão estudando. Para não cair nessa, basta pensar “quanto o seu cliente vai faturar com o seu trabalho?”. Além disso, não esqueça que, mesmo que ele indique seu trabalho para outras empresas, com certeza ele dirá quanto custou (ou se foi de graça) e imagine o que os próximos irão querer?

4) Olhando para seus estudos e rascunhos:

“Veja, não temos muita certeza se queremos seu trabalho. Deixe esses estudos comigo e vou falar com meu sócio/investidor/mulher, etc e depois te dou uma resposta” Não dou 5 minutos para ele ligar para outros designers com seus estudos e conceitos criados na mão barganhando melhores preços. Quando você ligar de novo ele dirá que seu trabalho está muito acima do mercado, blá blá blá, e que Fulano Designer vai fazer o trabalho. Mas como eles conseguiram outro designer mais barato? Lógico, você já passou o conceito todo criado! Economizou horas para o designer que vai pegar o trabalho. Então, enquanto você não entrar em acordo com seu cliente NUNCA DEIXE NADA CRIATIVO no escritório dele!

5) “Veja, o job não foi cancelado, somente adiado.

Deixe a conta aberta e continuaremos dentro de um mês ou dois” Provavelmente não. Seria um erro você não faturar o que foi feito até o momento esperando que o trabalho continue depois. Ligue em dois meses e você verá que alguém estará trabalhando no job. E adivinhe! Eles nem ao menos sabem quem você é… e o dinheiro do início do trabalho, lógico, já era!

6) “CONTRATO?? Nós não precisamos assinar contratos! Não estamos entre amigos?”

Sim, estamos. Até que alguma coisa dê errada ou ocorra um mal-entendido, e você se transforme no meu maior inimigo e eu sou o seu “designer estúpido”, aí o contrato é essencial! Simples assim! Ao menos que você não ligue em não ser pago. Qualquer profissional usa um contrato para definir como será o trabalho e você deve fazê-lo também!

 7) “Envie-me a conta depois que o material for pra gráfica”

Por que esperar por esse deadline irrelevante? Você é honesto, não? Por que você deveria ficar preso a esse deadline? Uma vez entregue o trabalho, fature! Essa desculpa possivelmente é uma tática para atrasar o pagamento. Assim o material vai pra gráfica, precisa de alterações intermináveis e, adivinhe, ele arranja outra pessoa pra fazer as alterações necessárias, o material vai pra gráfica e você nem fica sabendo!

 8 ) “O último designer fez esse job por R$ XX

 “ Isso é irrelevante. Se o último designer era tão bom por que ele te chamou? E quanto o outro cobrava não significa nada pra você. Pessoas que cobram muito pouco pelo seu tempo acabam fadadas ao insucesso (por auto-destruição financeira). Faça um preço justo, ofereça no máximo 5% de desconto e não abra mão disso.

9) “Nosso orçamento para esse job é de XX reais”

Interessante, não? Um cara sai para comprar um carro e sabe exatamente quanto ele vai gastar antes mesmo de fazer uma pesquisa. Uma quantia de trabalho custa uma quantia de dinheiro. Se seu cliente tem menos dinheiro e ainda assim você quer pegar o trabalho, dedique menos horas a ele. Deixe isso bem claro ao seu cliente, que você dedicará menos tempo que o estimado para finalizar o trabalho porque ele não pode pagar por mais horas. A escolha é sua.

10) “Estamos com problemas financeiros. Passe o trabalho para nós e, quando estivermos em melhor situação, te pagamos.”

Claro, mas pode contar que, quando o dinheiro chegar, você estará bem lá no final da lista de pagamentos. Se alguém chega ao ponto de admitir que está com problemas financeiros então provavelmente o problema é bem maior do que parece. Além disso, você por acaso é um banco para fazer empréstimos? Se você quer arriscar, pelo menos peça dinheiro adicional pelo tempo de espera. Um banco faz isso, não faz? Por que provavelmente esse é o motivo deles quererem atrasar seu pagamento, ter 6 meses de dinheiro “emprestado” sem ter que pagar juros, o que não aconteceria se ele tivesse que emprestar do banco. Não jogue dinheiro fora! Bom, o motivo de tudo isso não é deixar você paranóico ou coisa do tipo, mas sim injetar um pouco de realidade no mundo de fantasia da maioria dos designers. Você certamente vai tratar com pessoas muito diferentes de você. As motivações e atitudes certamente são diferentes. Eu infelizmente vejo, muitas vezes, exemplos de pessoas envolvidas em situações com a mais nobre das intenções e acabam literalmente se dando mal. Porque a maioria dos designers enxergam os trabalhos como uma oportunidade de fazer aquilo que mais gostam com dedicação, simplesmente porque amam o que fazem! A outra parte não tem a negociação tão idealizada ou romantizada, muito pelo contrário. Como lidar com todas essas coisas e ainda assim fazer um trabalho criativo? Boa pergunta! É por isso que ir atrás da informação é importante. Você aprende a trabalhar com todas as técnicas do design, mas não aprende a arte da negociação. Muitos designers ignoram este aprendizado, o que é um grande erro. Sugiro que o mínimo seja incorporado assim certamente você não sentirá seu trabalho como uma grande perda de tempo e dinheiro!