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Embalagens da Creative Review 28, 10, 2009

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Cada vez mais, as revistas estão investindo em embalagens que não agridem o meio ambiente.  A Creative Review, a cada edição, vem em uma embalagem inovadora.

A primeira edição com embalagem especial veio em um envelope que se trasforma em un porta revista, evitando que seja jogado fora. Basta destacar e montar.

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Já a próxima edição chegará em uma embalagem plástica que dissolve na água quente.

O material hidro-degradável não contém resíduos tóxicos, e segundo a CR, você pode até beber a água (apesar do gosto horrível). Eu não arriscaria, pois eles não explicaram de que são feitas as tintas impressas no envelope.

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A embalagem foi desenvolvida pela empresa britânica Cyberpac.

Via:embalagem sustentável

AQUARIUS FRESH REDESIGN. 27, 10, 2009

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A Coca-Cola acaba de lançar o novo design da embalagem de Aquarius Fresh.  A marca de água gasificada, possui agora novos sabores e eles são representados pelas cores Amarelo, Verde e Roxo, essas cores conceitualmente expressam sentimentos: Amarelo – intusiasmo, Verde – vontade, Roxo – inovação.  “Novos sabores, novas cores. A mesma leveza”.

Assista ao vídeo da campanha de lançamento.

Entre no site e confira essa refrescante e colorida novidade: Aquarius Fresh

MARC&ANNA 23, 10, 2009

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Bacana esse trabalha do MARC&ANNA, um studio de design londrino.

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Conheça um pouco mais do studio MARC&ANNA.

Methane Studio 8, 10, 2009

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O Methane Studio é um estúdio de serviço completo especializada em design e ilustração. Em 1998, ele começaram  a trabalhar em uma garagem  com a impressão de cartazes utilizando o silkscreen. Desde então, ramificaram para  todas as áreas do design, como CD arte, embalagem, design de logotipo, branding, design de camiseta e design de brochura. Confira um pouco o trabalho dessa galera  aqui.

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Via: compraddicion

Em caso de fogo… 5, 10, 2009

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Achei bastante interessante essa peça criada peli design Burak Kaynak. “Trabalhar com cinzeiros  é um tema espinhoso para um grande número de designers. Eu queria algo industrial e humorísticos. Removido o circuito de metal dentro do botão de fogo e me obteve perfeitamente o que preciso.”

 

Art&Cia lança Curso de Animação 3D online. 31, 08, 2009

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Dê movimentoes e cores as suas ideias. Aprenda animação 3D com quem realmente sabe. A Arte&cia, escola de animação e artes visuais, acaba de lançar o Curso de Animação 3D online. Agora, você de Manaus ou de outros estados aprende por vídeo-aulas-exercícios, webmeetings com o instrutor, e tem revisões comentandas dos exercícios por professores toda semana. E tem mais, no Curso de Animação 3D da Arte&Cia todo alunos fica com o vídeo, diferente de outros cursos. O curso conta ainda com 4 professores convidados que darão uma aula por módulo: Andrew Gordon da Pixar, J.Ryan da DreamWorks, Calvin Le Duc da Vanarts, e Keith Lango. Com o curso 3D online da Arte&Cia suas ideias saem do papel.

Assista um pedacinho da aula do J.Ryan, da DreamWorks, ministrada há 10 dias atrás na Art&Cia.

Verde? 13, 08, 2009

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Mais um produto “verde”.
O novo Samsung Reclaim está sendo divulgado como o primeiro telefone no os EUA ecológico construído a partir de bio- plásticos. Produzido a partir de 80% de materiais recicláveis, Samsung Reclaim traz para o consumidor mais consciente um produto para que ele possa comprar sem se sentir muito culpado.

A parte exterior do aparelho é feito de 40% de um bio-plástico, feito de milho. É livre de PVC, os ftalatos, e praticamente livre de BFR: três materiais comumente apontados como antiecológicos.A embalagem exterior e a bandeja são feitos a partir de 70 por cento de material reciclado. As imagens e texto na caixa são impressos com tinta à base de soja.

O manual impresso foi substituído por um manual virtual que os usuários podem ter acesso on-line.

Acho muito bacana essa iniciativa, mas até onde esse produto é realmente verde? seu transporte é feito por veículos que de alguma forma não agridem a natureza? as lojas onde esse aparelho é vendido, possuem algum programa de redução de gastos energia ou algo similar? e quanto as verbas? existe alguma porcentagem que será revertida para campanhas ou para apoiar alguma causa que realmente seja verde? ou é mais um verde baseado no marketing? Pense nisso antes de lançar um produto verde…

Quanto cobrar pelo seu trabalho? 6, 07, 2009

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Quanto vale o seu trabalho? Acho que todos os Freelancers já tiveram essa dúvida. Se você cobrar muito, pode perder a oportunidade, se cobrar pouco, vai se arrepender e fazer um trabalho ruim. Então, qual a melhor maneira de cobrar o seu trabalho?

Seu preço-base
Pra começar, você precisa acertar sua base de ganhos por hora. Qual o mínimo de dinheiro que você precisa pra cobrar pra cobrir suas despesas sem fazer lucro em cima? Isso, amigo freelancer, é seu preço-base. Assim que você estabelecer uma base e começar a entender quer receber um centavo a menos seria ruim (um projeto de prejuízo) vai ficar mais fácil de determinar quanto de lucro você quer fazer. Logo, isso vai fornecer um seguro viável para seus projetos e pode ajudar a colocar um preço no seu trabalho no mercado competitivo atual.
Acima de tudo, definir um preço-base é sobre ser honesto consigo mesmo. Se você não for razoável quanto ao valor que quer cobrar de um cliente, você apenas estará enganando a si mesmo e no final das contas pode acabar se queimando.
Chegando a esse preço-base requer um pouco de cálculo e um pouco de adivinhação. Quantas horas por semana você crê que vai trabalhar em um projeto? Pegue o mínimo em dinheiro que você precisa pra sobreviver e divida por esse número de horas. Por exemplo, se você precisa de R$ 500,00 ao mês pra pagar o aluguel e pode trabalhar apenas 6 horas por dia, 5 dias por semana durante quatro semanas (um mês), isso seria igual a R$ 500/120h = R$ 4,16 por hora para sobreviver
Quanto tempo pode demorar esse projeto?

O ingrediente final que precisamos adicionar á fórmula é um cálculo preciso do número de horas necessárias para completar o projeto. A chave para descobrir quanto tempo você vai demorar é fazer um briefing com seu cliente.

Um briefing serve não só para definir o que o seu cliente quer feito, mas também para ficar de olho no que pode ser feito, como pode ser feito e como estabelecer regras para que seu cliente não decida mudar tudo na última hora. Um briefing deve estabelecer claramente o que o cliente quer. Assim, você pode definir quanto vai cobrar pelo que está escrito no documento. Se o cliente decidir mudar algo ou pede por algo extra que não está incluso no documento, então o freelancer têm todo o direito de cobrar a mais pelo trabalho extra.

Tendo um briefing em mãos, você já vai poder calcular o tanto de horas que vai demorar pra ser finalizado (assumindo que você saiba como fazer tudo que foi pedido). Conhecer todo o escopo do projeto vai resultar em uma forma mais precisa de cálculo de tempo.

Seu lucro

Lucro é o que sobra depois de todas as contas terem sido pagas. Se você cobrar seu preço-base a seus clientes, nunca terá lucro; todo mês, você terá suas contas pagas mas não sobrará nenhum dinheiro extra. Então como fazer para ter uma grana para investir em equipamento melhor ou aquela tão sonhada viagem?
O lucro você vai inserir no seu preço-base na hora de cobrar do cliente. Aqui você tem duas opções: ter um lucro absurdo (ou seja, seu valor por hora vai lá em cima), no entanto você terá menos clientes ou diminuir seu lucro e nunca ter trabalho faltando. O ideal é achar um meio-termo: seu lucro é o suficiente para te incentivar a continuar trabalhando mas não tão pouco que você acabe trabalhando em 10 projetos por vez e fazendo todos eles com qualidade inferior.
Mas como se define o lucro? Lucro é o prêmio adicional pelo seu trabalho que contribuiu com o crescimento do negócio ou empresa do seu cliente. Se seu trabalho é diferente do de outros profissionais, se você tem aquele diferencial que mais ninguém tem, você pode obter um lucro maior por causa da exclusividade. Por exemplo, se seu atendimento ao cliente é excelente, você trabalha mais rápido que seus concorrentes ou qualquer outro diferencial, seu lucro poderá ser maior. E é aqui que entra a parte de adivinhação.
Quanto vale seu diferencial? Quanto você honestamente acha que seu trabalho vale? Dez porcento em cima do seu preço-base? Vinte? Cem? Duzentos? Aqui vai de você. Mas cuidado com sua escolha!
Seguindo nosso exemplo, vamos dizer que o lucro é de 100% do preço-base porque o serviço é excelente e você faz algo que nenhum outro profissional faz. De R$ 6,25 a hora, você passou a cobrar R$ 12,50. No fim do mês, seu ganho será de R$ 2.000 e o lucro será R$ 1.000.

Tabelas de referência
http://www.apirac.pt/newsletter/TabelaPrecos_2009.pdf
http://www.adegraf.org.br/downloads/tabela_adegraf.pdf

Via: Digital Paper Web

Empregos de design “fast food” 28, 05, 2009

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Recebi um artigo por e-mail e achei bacana postar….Com certeza você vai se identificar.

Empregos de design “fast food”

Recentemente eu trabalhei por um curto período de tempo numa empresa de marketing onde meu trabalho era produzir bom design num irreconciliável espaço curto de tempo. Numa semana, fui “desafiada” a criar uma marca para uma empresa de lavagem a seco em apenas uma hora. Na outra, tive que criar um relatório anual em menos de 3 horas.

O espaço temporal para executar esses projetos (e um bom design) coloca seriamente a questão do que é praticável, até para os mais experientes e talentosos designers. Rascunhar está simplesmente fora de questão and é melhor você ter certeza de que a sua primeira idéia é boa porque é só isso que você terá tempo pra fazer. Dispensável dizer que era uma batalha constante produzir material de qualidade trabalhando nessas condições.

Sendo uma designer experiente, eu tinha uma boa idéia de onde estava me metendo quando aceitei a posição (apesar de eu não saber se você consegue em algum momento estar inteiramente preparado para o conflito interno que é fazer um layout contra fazer um bom layout). Mas para designers iniciantes, eu recomendo pensar duas vezes antes de aceitar prontamente um emprego “fast food” logo depois de sair da faculdade.

Primeiro e mais importante, eu diria: não aceite. Não só esses tipos de empregos não ajudam a construir um portfólio, como são como saltar de um trapézio sem uma rede de segurança embaixo. Sem um mentor hábil que forneça orientação, padrões abaixo da norma, e falta de tempo para experimentação, esses empregos podem estancar seriamente o crescimento profissional. Para dicas de como achar os melhores empregos em design onde trituração de tempo não é a regra, leia esta entrevista “Como ser contratado pelas melhores agências de design”.

Tempo importa

Acho importante ressaltar que prazos e stress não são necessariamente negativos. Em muitas situações, eles podem ajudar a aumentar e estimular a criatividade. No artigo “Can stress actually be good for you”, a editora de saúde Jane Weaver da MSNBC tem excelentes argumentos nos prós e contras do stress. Mas há um ponto em que prazos extremos tem efeitos reversos e prejudiciais. Portanto, alguns fatores não negociáveis devem estar presente para garantir a geração do bom design, a saber – tempo:

Tempo para pesquisar e juntar informação

Tempo para brainstorm, rascunho, experimentação e formação de idéias

Tempo para executar e fazer idéias darem frutos

Tempo para editar, refinar e avaliar a qualidade

Isso dito, prazos malucos, não importa se você é novato ou experiente, são geralmente a regra no local de trabalho. Então, na próxima vez que você entrar em batalha com o querido pai tempo, certifique-se de se armar com:

Munição Criativa

1. Mantenha recursos para inspiração ao seu lado SEMPRE (nota: inspiração não é plágio). Pra mim, olhar para excelentes layouts (Revista Communication Arts, Revista HOW, anuários da AIGA) é totalmente inspirador. Ajuda a estimular minha criatividade, me deixa mais interessada no design gráfico, e me faz lembrar que eu também sou uma boa designer. Além disso, manter uma atitude positiva é especialmente importante, pois as vezes é desencorajador quando você é solicitado pra fazer um “layoutizinho rapidinho”.

2. Fique com as fontes clássicas (Garamond, Caslon, Gill Sans, Frutiger, etc.) Esta definitivamente não é a hora de ficar experimentando com novas fontes. Para uma referencia rápida, a Smashing Magazine tem um ótimo artigo sobre “80 fontes lindas para design gráfico profissional”.

3. Se possível, seja “brifado” o mais cedo possível sobre um job. Alocar tempo para seu cérebro “incubar a idéia” é melhor do que pular direto num trabalho.

4. Coloque os fones de ouvido e ouça boa música. Musica não só ajuda a melhorar o humor, como ajuda a diminuir os ruídos de conversa ao seu redor (sem contar na voz interna dizendo “eu tenho quantas horas pra fazer isso?!?!”) Para mais leitura sobre este assunto, leia o artigo de Adelle Charles “Música para alimentar a alma em momentos cruciais”.

5. Na pior das hipóteses, leve o trabalho pra casa e faça no seu próprio tempo… e no seu próprio pagamento. Eu tenho um conflito constante com isso, mas às vezes é a única coisa que se tem a fazer, em nome do bom design. Claro que eu recomendo informar seu chefe sobre isso, para que eles estejam pelo menos inteiramente cientes dos prazos irreais.

6. Me dói dizer este… desista. Deixe o design ir embora. Largue o mouse, afaste-se do teclado, e simplesmente vá embora.

Conclusão

Ficar num emprego “fast food” por muito tempo pode significar num início precoce de neutralização (burnout) do designer. Para evitar esse assassinato de criatividade, é altamente recomendável levar a cabo outras atividades criativas paralelamente, como: fazer freelas no tempo livre, já que se tem maior controle sobre tipos de clientes, trabalhos, projetos e prazos; participar de cursos para lapidar suas habilidades e realçar o portfólio; desenhar, pintar, ou fazer qualquer outra coisa que mantenha a criatividade em alta e a paixão pelo design sempre inédita.

E lembre-se, da próxima vez que te pedirem pra andar logo e ser criativo, permita-se uma pausa, respire, e na sua voz mais nasal de janela de drive-through, pergunte, “querido, você quer batatas fritas com esse logo”?

Sobre a Autora

Stephanie Orma é redatora, designer gráfica e ilustradora em São Francisco. Ela é sócia fundadora e diretora de criação da Orma Design, e também da empresa de cartões She’s So Creative. Também escreve sobre design gráfico, branding e criatividade para o SF Examiner.

http://www.smashingmagazine.com/2009/05/24/do-you-want-fries-with-that-logo/

Dell // Studio Design. 30, 04, 2009

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Um pouco de design pra estimular a massa cinzenta. Então dar só uma olhada nesses novos modelos de Laptops da Dell, voltada para o público jovem e descolado. Ilustrações na tampa frontal e o design super moderno, promete fazer a cabeça de muita gente.

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Agora me diz se você não queria um desses?!

O site da Dell oferece uma experiência com texturas e ilustrações prontas para você personalizar o Laptop Dell que você irá comprar, agora é só  liberar a sua imaginação, muito interresante, vale conferir: www.dell.com

Estudio Alice assina para Computer Arts 22, 04, 2009

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A revista computer arts deste mês traz como materia de capa ‘O sonho de trabalhar por conta própria’ . A ilustração da capa é do Estudio Alice de Santa Catarina.

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Conheça mais sobre o estudio e o trabalho dos caras bah aqui.

ELLIS GEE // SIDEWALK CHALK ARTIST. 6, 04, 2009

Posted by jeanvale in Guerrilha, design.
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O homem por detrás destas pinturas misteriosas , que nos últimos seis meses vem delineado milhares de objetos no Brooklyn, um bairro de NY, é “Ellis G.,” ou como os pais dele o conheçe, Ellis Gallagher, é um artista de rua do Brooklyn. Todos param para olhar os seus trabalhos antes mesmo que a neve ou chuva os leve.